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O tema do encontro teria sido as suspeitas de que houve falsificação de registro de entrada de Martins nos EUA no final de 2022 pelo serviço de imigração americano, o Customs and Border Protection.

Esse registro foi usado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, como argumento para manter Martins preso durante seis meses neste ano.
A justificativa é que ele, acusado de participar da confecção de uma minuta golpista, poderia novamente se ausentar do país. O ex-assessor, no entanto, forneceu evidências de que não deixou o Brasil na época, e acabou sendo solto em agosto.

A prioridade agora de seus advogados e aliados é provar que os registros de entrada nos EUA foram fraudados. O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) disse acreditar que a chegada de Donald Trump à Casa Branca vai facilitar esse objetivo.
